um monte de gato

*

Porque eu tenho um blog com arquivos posso saber que há exatamente um ano o gatonildinho Roux chegava aqui em casa, pelas mãos da Debbie do Feline Lifeline. Ele chegou magrelo e cuidadoso. Sempre xereta, sempre amigável. Durante o processo de adaptação, levou não-sei-quantos chega-prá-lá do Senhor Misty, que gruniu pra ele até dizer chega. Ele nunca fez um gesto agressivo, nunca fez absolutamente nada com relação ao outro gato, que não fosse uma tentativa alegre de aproximação e conhecimento. Até hoje, as aproximações do Roux com relação ao Misty são para brincar e ser amigo, mas o Misty não quer saber, rejeita e despreza o pequeno e alegre Roux. Fazer o quê?
Os gatos do Gabe e da Mari estão sozinhos. Vamos dar comida pra eles, hoje e amanhã. Eles estão muito mais amigáveis com relação à estranhos agora que têm muito mais espaço [pra fugir!] na casa nova. Eles foram, adotados com cinco meses de diferença e têm a mesma idade. Apesar de não terem a mesma personalidade, são amigos, muito amigos, inseparáveis. Eu queria esse tipo de relacionamento entre o Roux e o Misty, mas acho que é bem difícil um gato quietão e cheio de manias de dez anos, ser amigo de um espivetado de dois anos. Admito que falhei na minha boa intenção de transformá-los em companheiros.

  • Share on:
Previous
fanzoca
Next
pegadas
  • Campinas, 27 de Julho de 2005.
    Fer, a Leandra está pretendendo arrumar um companheiro para o Bob, como você fez com o Misty.

  • Mas bem que o Roux e o Misty doremem juntinhos as vezes! Puxa, que pena que os dois nao se dao tao bem. Meu gatinho resolveu fazer amizades com os cachorros do predio. Gosta mais dos filhotes, sempre fica interessadissimo. Mas eu nao posso deixa-lo sair do apartamento, entao ensinei-o a ficar so na porta cumprimentando os amigos caes – enquanto eu vigio, claro.

  • fer, eu não acho que vc falhou não, eu acho que eles têm personalidades diferentes, só isso. E que os santos não se batem, exatamente como acontece na vida humana. Tem gente que a gente tenta se aproximar e a pessoa nem tchuns, paciência 🙂 Aqui em casa Bartô tem 3 anos a mais que Sofia, ela trouxe jovialidade a ele, que passou a ronronar, a gritar, miar, espernear, hehe, e a virar pivete que nem ela. E sim, eles são inseparáveis, mesmo com os paus que rolam de vez em quando . beijo grande

  • Fer, acho que o fato do Misty ter ficado tanto tempo sozinho e o que pesa mais. O meu Gato tambem nao se adaptou aos gatos do meu cunhado que ficaram conosco por alguns meses (acho que foram uns 6 meses ou um pouco mais). Ele ficava tenso o tempo inteiro, seguindo os outros gatos pela casa e vigiando o que eles estavam fazendo, sem interagir. Parou de brincar (e ele brinca muito) e de ronronar, so voltou ao normal depois que os gatos foram embora…e eu bem que queria adotar um outro gato tambem, mas ja vi que nao rola.

  • Fer,
    Aqui em casa a adaptação da Bijoux (dois meses) foi boa com o Atum (14 anos), embora no começo ele tenha ficado muito espantado com ela. Eles brincam judô-de-gato juntos, com ela atacando as orelhas e o rabo do amigo (seria, mais ou menos, uma luta da diane dos santos com o schwarzenegger). Muriel não gosta dela, e agora que está com a pata machucada, gosta menos ainda.
    Acho que tem a ver com o sexo, sabe? Gatos se dão bem com gatas, mas não entre si. E vice-versa.

  • Aqui em casa também não tive muito sucesso, vai ver porque as adotei já grandinhas. A Dandan e a Docinho ainda se toleram, até dormem juntas, mas a Princesa (é a própria) não quer nem saber. É que nem gente, né, quando os santos não batem, fazer o quê…
    Beijocas

  • Fê, adoro gatas. Tenho 02 e estou com mais 02 de minha amiga.E 02 poodles. Além dos filhos(risos)Se meu marido tivesse vivo, ficava difícil dar atenção a elas.
    beijo, Liliane

Deixe uma resposta para telinha Cancelar resposta

o passado não condena