minutos salpicantes

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Escrevendo na cama, o Roux me fazendo companhia. O gato mais folgado da paróquia. Se não tomar cuidado ele deita no travesseiro do Uriel e se enfia embaixo do edredon, como se fosse uma pessoa.
Eu comparia um Ipod amanhã, se ele fosse à prova d’água e eu pudesse nadar ouvindo música.
Se eu não tenho paciência com muita gente, muita gente também não tem paciência comigo e estamos quites.
Realizei um sonho: nadei às dez da manhã num dia ensolarado.
Tivemos um almoço com comida mais ou menos e companhia excelente.
Eu mordo a parte de dentro da boca do lado direito. Depois dói pra dedéu.
Saudades.
Filas se multiplicam por dez nos finais de semana.
Atestado de geekness – eu sonho com html.
Lembro de comprar tulipas e vinho, esqueço de comprar salame e cebola.
Mais um dia.

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o passado não condena