eat a peach!

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Quase três horas lendo, pesquisando, pensando. Entrei até numa lista de discussão para css-style. Aprendi um monte de coisas e acabei, graçasadeus, resolvendo o problema da cascading style sheet! É sempre uma coisa simples, mas no meu caso, eu tenho aqueles pânicos mentais que me impedem de ver o óbvio.
Pra comemorar meu triunfo sobre as teimosas css, resolvi descer até o basement do Bainer Hall pra esticar as pernas e ver o Urso. Ele estava no seu laboratório high-tech de robótica. E estava na correria, pra variar. Pelo menos me apresentou pra pos-doctor espanhola que está trabalhando com ele neste verão e pro programador, que ele contratou pro projeto já faz uns meses. Ela estava trabalhando num laptop, olhando pra um ramo com vários pêssegos, cada um com um número pintado em tinta azul. Eu perguntei se dava pra comê-los e descobri que o pessegal do projeto está com uma colheita abundante. Numa caixa dentro do lab, duas dezenas de frutas cheirosas estavam separadas pra espanhola levar pros pais dela, que estão passeando aqui em Davis. Bondosamente, o Urso me deu um dos pêssegos e eu já fui correndo lavar, pra poder devorar. Voltei pra minha sala, cheirando e acariciando a fruta aveludada. Como não havia ninguém lá me olhando, meti os dentes vorazmente, tomando o maior cuidado pra não espirrar pingos de sumo na saia. Que delícia! Ainda quero perguntar que variedade de pêssego é aquela: pequeno, com textura tenra e macia, cheiro bem forte e doce, cor de laranja e um sabor pungente, que me lembrou um pouco o dos pêssegos em calda.

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o passado não condena