era exatamente o que eu queria!

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Sou sem dúvida uma privilegiada que tem tudo o que precisa, muito do que nem precisa e quase tudo o que deseja. Por isso eu nunca espero presentes pelo valor material, porque tenho que ter ou preciso ter e espero alguém me dar. Quando eu realmente quero algo, eu mesma compro. Quando eu espero um presente nas poucas ocasiões em que presentes são realmente esperados, estou na expectativa do gesto delicado, da consideração e demonstração de afeto. Por isso o presente em si realmente não me impressiona, pois eu poderia eu mesma ter adquirido. O que me comove e me toca é o presente ter chegado com aquela delicadeza de quem pensou em você, na sua personalidade, no seu jeitão, refletindo sobre o que iria te agradar, mesmo não sendo um presente caro, mesmo não sendo um presente enorme.

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pra descer o santo ajuda
  • Pois é, foi um presente conhecer o seu blog…bacana e aconchegante!
    Se der, apareça lá no meu, tá?
    http://deborakikuti.blogspot.com
    Me identifico muito com a história de ser atrapalhada pra cozinhar e, persistir, com criatividade! Minha mãe, quando vem à minha casa e ouve barulho de coisa caindo no chão, logo fala: aposto que a Dé derrubou!
    Parabéns pelo gostoso trabalho!
    Um abraço.

  • Fer,
    o valor dos presente é exatamente esse que você descreveu, a delicadeza da lembrança, o cuidado de escolher algo, o gesto.
    Claro que isso absolutamente nõa vale pra vasinhos de flores de 0,99 do supermercado! rsrs

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o passado não condena