on board

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Tantos filmes que lembrei com cenários em transatlânticos. ♥︎

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the old deal

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Em 2011 tava lá a Martha Stewart na sua revista ensinando a fazer molho de salada nos vidrinhos de geléia, chacoalhando pra emulsificar. Nada é realmente novo, nem ideia inovadora de ninguém. A gente só precisa ter a humildade de admitir que pesquisamos por novidades na web. E não ficar fingindo que somos os donos das ideias velhas que estão passando de geração em geração desde sempre. [E fiquem certos que a Martha também copiou]

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{ ta-da }

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O marido do meu amigo reparou que a maquiagem do Ru Paul estava diferente nesta temporada, ele viu que a diva estava com OLHEIRAS! Foi correndo “pesquisar” e descobriu que RP brigou com o seu maquiador de muitos anos, um verdadeiro artista, autor do seu rosto impecável. Ru Paul, darling, isso que dá ser prima donna e brigar com maquiador, seus fãs tão vendo suas OLHEIRAS!!

(☉_☉)

Minha nova coleguinha é tão pequenininha que não consigo ver se ela está no desk dela ou não. Ninguém consegue.

Passei calor sábado e domingo, segunda guardei o edredon de pena de ganso e coloquei uma coberta fina sobre a cama. No dia seguinte esfriou novamente. Tive que colocar um cobertor por cima da coberta. Fuén.

Doris Day achando que estava fazendo 93 anos, foi olhar o certificado de nascimento e estava realmente fazendo 95! #OopsyDoris

Fui caminhar com meu chapéu de palha estiloso, mas o vento não deixou eu ser charmosa. Acabei pagando o mico de ter que correr corcunda atrás do chapéu rolando pelo meio da avenida.

Os heróis do meu filho são os minimalistas. Eu não tentei moldá-lo, não fiz absolutamente nada pra ele ser o que ele é. Vai ver é por isso.

Friendsgiving >>> Thanksgiving com amigos, sem família.

Comprei três pés de tomate. não tenho onde plantar.

A pessoa legal recomendou, mas eu achei chato.

Terminei tudo que planejava terminar hoje.

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Now, Voyager

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Foi uma viagem de trabalho, ficamos hospedados e fizemos reunião no navio histórico Queen Mary. Apesar do navio inglês estar aposentado desde 1967 e ancorado na cidade californiana de Long Beach, para mim foi como fazer uma viagem, só que no tempo. Lembrei de tantos filmes que vi, com cenas no transatlântico, casal no deck, vento marítimo, vestidos longos esvoaçantes. O Queen Mary foi construído e teve seus dias de glória nos anos 30. Transportou soldados durante a guerra e depois retornou a mais vinte anos de viagens cruzando o Atlântico, entre EUA e UK. Tivemos numa festa na suite do W. Churchill, que era um apartamento com dois quartos, dois banheiros, sala, cozinha, cheio de armários, porque o povo rico ficava trocando de roupa a beça. Ficamos sabendo de outra suite com cinco quartos! Muito luxo! No museu, onde entramos nas máquinas no fundo do navio, tinha um mural com posters contanto histórias. Não pude ler todas, mas numa delas anos depois, contada pela pessoa, que quando menina viajando na segunda do navio classe segue o pai, famoso por entrar de penetra nas áreas da primeira classe. Ela vai nadar na piscina da primeira classe, se afoga ligeiramente e é puxada da água por um homem. Quando ela olha pro homem que a tirou da água, era o Johnny Weissmuller, o famoso Tarzan do cinema na época! Salva pelo Tarzan!

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cof cof

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Alguém engasgou na mesa e eu quis ser solidária dizendo que eu também engasgo toda hora, até com meu próprio cuspe. Contei umas coisas engraçadas e disse, sabe quando você tá gritando com seu marido e engasga no cuspe? E alguém respondeu—eu nunca grito com o meu marido. Olhei pra pessoa e lembrei imediatamente do dia em que recebi uma ligação dela, achei que era coisa de trabalho e quando atendi fiquei “alô fulana, alô fulana, alô fulana” e só ouvia uns barulhos estranhos ao fundo. Era obviamente um “butt call”, uma ligação acidental. E lá no fundo era ela, a que não grita com o marido, gritando histericamente com todos os pulmões coisas como “i’m the boss here, my house my rules!”. Fiquei chocada e envergonhada, escutei a gritaria por uns minutos e desliguei constrangida. Um barraco, mas não devia ser com o marido, vai ver era com o filho, porque com o marido ela não grita.

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porta na cara é pouco

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Tô trabalhando em casa, batem na porta:

—olá, somos missionários!

—to ocupada agora, trabalhando.

—podemos voltar outra hora?

—NÃO!

[bater na porta dos outros às duas da tarde pra falar de religião. é demais!]

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feriadão com chuva

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the vintage on the desk

Voltei pro trabalho depois de vários dias doente e ganhei—um pomelo gigante, vários grapefruits, muitos limões rosa e uma kitchen aid vintage.

Ao invés de ir ao supermercado comprar ingredientes, como sempre faço, decidi ir num restaurante mexicano em downtown e pedir crispy tacos to go. Sempre que faço essas coisas fico meio deprê e penso como comer fora aqui nos EUA é um troço agressivo. Comida pesada, feita com ingredientes de má qualidade, calorias vazias, muitos aditivos. Não é o comer fora festivo, mas o comer fora rotineiro. Um contraste imenso com a delicadeza de se cozinhar em casa.

Se um dia você ler uma notícia—mulher morre soterrada por pratos, pode ter certeza que a mulher morta sou eu.

Quando falei a idade do meu filho, a médica perguntou se eu tinha netos. Então, passei pro outro lado, pro grupo que tem netos ou fala de netos. Só que eu ainda não tenho netos, só tenho filho.

Lindo essa gente andando descalça em casa no inverno, mas se eu [véia] ficar sem meia, morro congelada. Deixei a manteiga fora da geladeira de um dia pro outro pra fazer o bolo que pedia ela em temperatura ambiente. Fui usar vinte e quatro horas depois e a manteiga ainda estava dura. A temperatura dentro da minha casa fica naturalmente em 15ºC durante o inverno, subo pra 18ºC quando estou em casa.

California, onde tudo é 8 ou 80. Vocabulário  para 2017—sai a palavra “drought” entra a palavra “flood”.

Eu não sinto saudade de nada, muito menos de carnaval. Mas lembro que nessa época íamos ao sítio da minha tia e dela eu sinto saudade.

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⎜indivísivel ⎟

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Chorei o dia todo por causa das noticias do veto aos refugiados e imigrantes. O que todo mundo tá dizendo é, estou estressado, preciso parar de ler notícias. Mas como parar? Ficar desinformado e passar pro time dos alienados ignorantes? Não! Educação e informação são necessárias.

Sinto a situação aqui nos EUA está mais ou menos assim: todo dia um passo pra trás. Ou dois. Ou três. logo estaremos em 1930. Holocausto sem judeus, black history month sem blacks. Quem precisa de série da Netflix quando a realidade é muito mais canastrona e escrota.

Daí fiquei doente, uma gripe. Ainda estou.

De molho há dias, ando passando o tempo vendo documentários e filmes. Revi In the Mood for Love pra analisar os vestidos chineses da década de 60. Tinha me esquecido como esse filme é lindo!

Aprendi muito sobre vinhos em janeiro.

Meu chefe me deu laranjas. Minhas vizinhas me deram tangerinas.

Mirei nos ratos e acertei um espantalho. #ops

The Presidential seat is empty.

Barack Obama please come back, and bring some dragons with you!

Deeds not Words!

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o passado não condena